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Mototurismo – UTIAMA.COM https://www.utiama.com Motociclismo e eventos Mon, 24 Aug 2026 14:53:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 Ser garupa de uma moto https://www.utiama.com/ser-garupa-de-uma-moto/ https://www.utiama.com/ser-garupa-de-uma-moto/#respond Wed, 24 Aug 2016 15:57:03 +0000 http://www.utiama.com/?p=62507 Adaptando o tamanho da mala aos poucos - Arquivo pessoal
Adaptando o tamanho da mala aos poucos – Arquivo pessoal

“Ser garupa de uma moto requer sintonia e confiança. É como a sensação de estar com os pés e o resto do corpo soltos sobre uma onda no mar, onde se deixa levar pela intensidade e movimento, sentindo a leveza de ali estar. A percepção de onde nossos olhos veem é o efeito da linha do céu. É um sonho de distância. Todas as mudanças de clima passam a serem esferas de sentimento… as estradas tem cor, as árvores pelas margens tem cheiro, sombra e frio, sol e calor, tudo sente-se na pele, o vento e até mesmo a chuva que torna-se leve ao ouvir nenhum ruído além dos pingos estralando no capacete, soa como terapia para a mente. Os pensamentos voltam a ordem. Ao mesmo instante que o corpo é pressão, é peso, somos leves diamantes. Sentir o coração batendo. Sentir estar viva! Com um mundo imenso e inalcançável a sua frente. E no simples movimento de piscar os olhos a mudança do cenário já aconteceu e outra paisagem ainda mais bela ali está. De todas elas, realça sua intensidade de satisfação por estar sempre abraçada, confiando no seu piloto. Isso é amor.”

Texto: Karina Weber

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Família percorre 28000 km de moto pela Europa https://www.utiama.com/familia-percorre-28000-km-de-moto-pela-europa/ https://www.utiama.com/familia-percorre-28000-km-de-moto-pela-europa/#comments Thu, 14 Jan 2016 21:28:37 +0000 http://www.utiama.com/?p=60532 we-wanted-to-show-the-world-to-our-4-year-old-so-we-went-on-a-28-000km-trip-around-europe-2__880

No verão de 2015, a família de Mihai Barbu, Oana e o pequeno Vladimir de 4 anos percorram 28000 quilômetros passando por nada menos que 41 países ao redor da Europa, tudo de moto, aliás uma bela Ural Ranger 2014 moto que já vem  com um sidecar de fábrica, batizada de “Zair”.

O mapa da jornada, partindo de Bucharest, Romênia.
O mapa da jornada, partindo de Bucharest, Romênia.

 

Fonte: boredpanda

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Dois amigos encaram a Cordilheira dos Andes de Pop https://www.utiama.com/dois-amigos-encaram-a-cordilheira-dos-andes-de-pop/ https://www.utiama.com/dois-amigos-encaram-a-cordilheira-dos-andes-de-pop/#comments Thu, 13 Aug 2015 13:38:32 +0000 http://www.utiama.com/?p=53464 a3cb2dcfc9359576cd3803a26b2138bb

Foram 19 dias de viagem e 4.550 km rodados com o modelo de entrada da Honda. Eles visitaram três países da América do Sul
Texto: Vinícius Piva – Grandes viagens pressupõem grandes motocicletas, certo? Nem sempre. Os amigos Marcelo Dias e Gilson Soares estavam dispostos a sair do lugar comum e fazer uma viagem desafiadora, que rompesse as fronteiras do Brasil, mas sem o conforto e a potência das big trail, as preferidas para este tipo de uso. A ideia era dar um tempero especial a cada quilômetro rodado. Assim, resolveram fazer um tour por países da América do Sul com uma Pop 100 para cada, o modelo mais barato da linha Honda.

O trajeto escolhido contemplava um pequeno trecho no Brasil, depois Bolívia, Chile e Peru. A saída foi de Porto Velho (RO) e a única certeza naquele amanhecer era a imprevisibilidade de uma viagem tão longa com duas pequenas motos de 97cc e 6 cv de potência. Depois de 330 km e 7 horas, a dupla chegou a Guajará-Mirim, ainda em Rondônia, fazendo uma média de 36 km por litro de gasolina. Tudo correu bem.

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Na Bolívia, a falta de tráfego de veículos (e de postos de combustível) entre Riberalta e Rurrenabaque os obrigou a comprar 16 litros de gasolina em garrafas plásticas de 2 litros cada. Curtiram um pouco da beleza de Rurrenabaque, cidade organizada e cujo foco está no turismo pesqueiro, e seguiram em frente. Na saída de lá, um susto. O motor de uma das motos perdera potência e suspeitaram que seria o fim para a Pop, ainda no primeiro país. “Ao examinar, percebi que era apenas uma vela solta”, lembra Marcelo Dias.

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Nos primeiros quilômetros percorridos da Estrada da Morte, pegaram uma ponte em construção. Enquanto um se encarregava de atravessar as duas motos, o companheiro ficou responsável por filmar o grande momento. Mais para frente se depararam com nova ponte inacabada. Parecia um pesadelo em que, não bastasse a baixa velocidade média das motos, sempre surgiriam dificuldades para retardar mais o avanço no roteiro. “Não teve jeito, retiramos todos os equipamentos das motos para atravessarmos carregando as duas com ajuda dos operários. Ao nosso lado estava um precipício”, diz o aventureiro. Pegaram chuva de granizo, uma das motos não passava de 30 km/h, mas chegaram exaustos e felizes.

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Seguiram em direção ao Peru e em Puno, cidade no altiplano onde fica o lago Titicaca. A mais de 4.000 metros, desgastados pela altitude, pararam para recuperar o fôlego, superar o incômodo da falta de oxigênio e então prosseguir em segurança. Ficaram dois dias na cidade para conhecer a região do lago.

A dupla voltou ao país pela cidade de Assis Brasil, no Acre, após 19 dias de viagem, 4.550 km rodados de Pop e R$ 5 mil gastos entre hospedagem, alimentação e combustível. As pequeninas 100 continuam rodando, agora dentro do Brasil, sem nenhuma sequela.

Fonte: revistaduasrodas

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Belen da Argentina ao Alaska https://www.utiama.com/belen-da-argentina-ao-alaska/ https://www.utiama.com/belen-da-argentina-ao-alaska/#comments Fri, 31 Jul 2015 12:32:44 +0000 http://www.utiama.com/?p=53299 10984106_10206930827368622_7650759541198870555_n

A necochense (Argentina) Belen Aspiroz (28) escolheu viver na estrada visitando cidade por cidade com sua motocicleta, a Filomena uma 100cc da Honda, que a leva pelas estradas do continente.

Belém saiu a três anos atrás da Argentina em viagem de moto com a ideia de alcançar o México, mas uma vez ela sentiu que deveria ir em frente e como próximo alvo Alaska.

“Depois de 50 mil quilômetros eu sinto que tudo está próximo”, diz ela. E isso reforça a ideia, afirmando que “complicado voltar em uma rotina ou um local fixo. O que existe no caminho é muito diferente”.

Belen completa “Sou guiada pela estrada” parece ser uma das máximas desta motociclista incansável a quem nada pára.

Ela e a Filomena sua motoneta, surpreendente a todos quando chega em qualquer lugar. “A maravilha de tudo é que eu sou uma mulher e sozinha, mas você pode, por que não?” complementa ela.

Depois de passar pelas rotas argentinas, Belen percorreu as estradas da Bolívia, Peru, Chile, Equador, Colômbia, onde a estrada terminou e precisou de um veleiro para levar a moto até o Panamá, para continuar em seguida em direção a Costa Rica , Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Belize, México e Estados Unidos.

Ontem dia 30/07, Belen publicou fotos de sua chegada a Yukon – Alaska.

Fonte: unlugarenelmundo
Fotos: Arquivo pessoal

 

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De moto com a mãe na garupa https://www.utiama.com/de-moto-com-a-mae-na-garupa/ https://www.utiama.com/de-moto-com-a-mae-na-garupa/#comments Wed, 22 Jul 2015 12:17:24 +0000 http://www.utiama.com/?p=53186 7c3ebb499077b9dd7c28beba945559e6

Por Diego Melz: – No início de 2014 fui de moto para o Atacama, em minha primeira grande viagem internacional. Sedento por uma nova aventura – como todo motociclista –, comecei a matutar uma viagem para aquela bela região, mas queria algo especial. Resolvi explorar mais a Cordilheira dos Andes e levar comigo a mulher mais importante de minha vida: minha mãe, Helga Melz. Três amigos, Alaor Zenere, Eduardo dos Passos e Maurício da Silva (até então virtuais), todos de Caxias do Sul (RS), juntaram-se a nós.

Partimos de Guarujá do Sul (SC) e nos dois primeiros dias rodamos 1.382 km até Termas de Río Hondo. Nossas motocicletas, todas BMW F800GS, se comportaram bem naquelas rodovias cheias de reta. A moto do Maurício estava com as rodas desbalanceadas, tremendo muito, mas não encontramos lugar para reparar o problema. Com cautela, fomos em frente assim mesmo. O cenário então começou a mudar. Rumamos em direção à bela Tafí del Valle, por meio de uma estrada sinuosa e com uma floresta densa e úmida. Chegando em Amaichá del Valle o ambiente mudou completamente, com muitos cactos. À beira da Ruta 40 conhecemos as Ruínas de Quilmes, povo antigo que resistiu bravamente durante 50 anos às investidas espanholas e incas. Acampamos em Cafayate, famosa pelos vinhedos, mas naquela noite, devido à festa de Carnaval, mal pudemos dormir. Já em Quebrada de las Flechas vimos montanhas talhadas pela erosão e ação dos ventos formando picos de 70 metros de altura inclinados à 45º. Nunca tínhamos visto algo igual!

Nosso planejamento em direção aos Andes passava pela subida da Cuesta del Obispo, que contorna enormes e íngremes montanhas de verde vegetação. No topo, a 3.450 metros de altitude, há uma capela com vista para o vale e a partir daí o clima úmido mudou completamente e novamente a aridez tomava conta. É impressionante como o cenário se modifica em poucos quilômetros. Entramos no Parque Nacional Los Cardones e nos admiramos com os multicoloridos cerros e seus cactos com mais de 5 metros de altura e 300 anos.

O passo seguinte deveria ser tranquilo, cerca de 150 km de rípio até San Antonio de los Cobres. Porém, durante a noite, choveu e o rio que corta a Ruta 40 subiu. Ficamos na dúvida de tentar ou não atravessá-lo e minha mãe, cautelosa, disse: “acho que não vai dar, é perigoso, vamos voltar”. Mas tentamos, ignorando o instinto dela. No caminho as informações eram desencontradas, uns diziam que motos passavam, outros que não. Descobrimos que o rio destruiu a rodovia, fazendo-nos retornar. Aumentamos o percurso e chegamos tarde ao destino. Preocupado, perguntei a ela como estava se sentindo. “Muito bem”, respondeu, antes de completar: “Se tivessem me ouvido, teríamos chegado aqui antes”. Só faltou puxar nossas orelhas.

Já estávamos há quatro dias serpenteando os Andes e era hora de atravessarmos a cordilheira por meio do Passo Sico. Chegamos à divisa com o Chile e uma grande alegria tomou conta de nós. Mas o rípio nos castigava. Tínhamos que andar com muita cautela, sempre concentrados. Continuamos para a Bolívia pelo Passo Hito Cajón para chegar à Laguna Colorada. Após 120 km, chegamos a 5.040 metros de altitude. A estrada piorou muito, estávamos com medo de nos perdermos naquele deserto. O frio era terrível e por precaução retornamos.

Paso San Francisco era o destino da vez. Neste dia saímos cedo e fazia frio. A estrada era boa até a aduana chilena, onde piorou, com costeletas, rípio e areia. Tínhamos que andar devagar, a tensão nos braços era enorme e minha mãe fazia massagens para relaxar a cada parada. Esta é uma das vantagens de ter levado a mãe! Ela não se queixava de absolutamente nada, apenas comentava a todo instante como era maravilhosa a viagem. Em Fiambalá, furou o pneu da minha moto, por sorte perto de uma borracharia. Ali nos despedíamos da Cordilheira dos Andes e iniciamos a volta para casa.

Foram 16 dias maravilhosos e cerca de 8.000 km. Passamos por lugares inimagináveis e descobertas. Resgatei conversas e experiências com minha mãe nessa cordilheira que é simplesmente mágica! Quem sabe ainda farei uma viagem assim com o meu pai…

Fonte: revistaduasrodas

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Expedição Lost Lander em Laguna por Raphael Girelli https://www.utiama.com/expedicao-lost-lander-em-laguna-por-raphael-girelli/ https://www.utiama.com/expedicao-lost-lander-em-laguna-por-raphael-girelli/#comments Mon, 13 Jul 2015 16:23:39 +0000 http://www.utiama.com/?p=52449 1911922_933180173390633_2843268658684236389_n

Dia 209, Serra do Rio do Rastro – SC x Laguna – SC
04/07/2015
No dia, 193km, total 20.240km

Raphael Girelli – Depois de passar a noite mais fria da minha vida, acordei naquele maravilhoso lugar, para ir ate o banheiro tive muita dificuldade o vento estava tao forte que estava me empurrando, o vento estava ate arrastando um galão de ferro que é usado como lixo.
“04/07/2015 – Registro do vento com rajada de 80km/h na Serra do Rio do Rastro, extremamente gelado (geada negra), picos abaixo dos -8/-13°C no topo da serra com risco de hipotermia em locais abertos por muito tempo.” esse foi o noticiário do dia la no topo da Serra, pouco tempo depois que eu acordei apareceram alguns motociclistas (Carlos Utiama, Daniel Buss e Lucas Martins) para me visitar,muito obrigado por tudo, foi um enorme prazer conhecer vocês, minha viagem se torna tao especial por pessoas como vocês que nos dao apoio para continuarmos sempre. como é bom receber o carinho das pessoas que acompanha minha viagem, conversamos la em cima toda a manha e eles me convidaram almoçar em Laguna que ficava a uns 90km daqui, descemos a serra, no começo com muita dificuldade pois o vento estava extremamente forte com risco de jogar as motos no chao, descemos a maravilhosa serra do rio do rastro, paisagem incrível, existem momentos que ficam em sua memoria para sempre, que nao existe descrição para dizer o que é felicidade, depois de descer a serra passamos por paisagens incríveis de cidadezinhas no caminho a Laguna, ao chegar em Laguna fomos almoçar em um restaurante em um Hotel a convite dos meus amigos, onde o dono do hotel veio me conhecer e apos eu contar minha historia de viagem ele ficou impressionado e disse que quando era mais novo tinha feito algo bem parecido na europa mas de mochilão, e me deu uma diária no hotel de graça, fiquei super agradecido, depois de conversamos mais um pouco subi tomei um banho e segui com meus amigos a conhecer a região fomos ate a inauguração de do Jagua moto grupo em jaguaruna, atravessamos de barco ate o outro lado e pegamos mais uma paisagem incrível, retas em ótimas condições de um lado o lago e do outro o mar, lugar fantástico, chegando no evento encontrei motociclistas que acompanhava minha viagem e ganhei uma camisa do big trail brasil, muito obrigado pelo carinho galera, depois na volta fui ate o farou com meu amigo Carlos Utiama e sua namorada, ao voltar para cidade já a noite, ele me mostro o centro histórico de Laguna e a estatua em homenagem a Anita Garibalde, e quando fomos ao porto tinha uma escultura do Rotary com o meu sobrenome Girelli. mais a noitinha fomos para a casa de Carlos onde me juntei com outros amigos e ficamos conversando horas sobre livros, vídeos, fotos e relatos de viagens. O dia foi incrível, é impressionante o quanto podemos viver em apenas 1 dia, e depois de um dia bem agitado hora de dormi em uma super cama de hotel onde na verdade eu estranhei dormi e fui dormi 1 hora depois de deitado.

Agradecimento ao Hotel Atlântico Sul em Laguna – www.atlanticosullaguna.com.br

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Conheça as 5 cidades turísticas mais frias do Brasil https://www.utiama.com/conheca-as-5-cidades-turisticas-mais-frias-do-brasil/ https://www.utiama.com/conheca-as-5-cidades-turisticas-mais-frias-do-brasil/#respond Fri, 03 Jul 2015 00:02:02 +0000 http://www.utiama.com/?p=52279 Não são somente as praias que recebem os turistas brasileiros nas férias. Cidades das Regiões Sul e Sudeste chamam a atenção pelo clima frio e acolhedor, e programas bem interessantes para casais ou famílias inteiras.

O inverno inspira muita gente a buscar momentos agradáveis que tem tudo a ver com aquele friozinho gostoso. Um filme ao pé da lareira, um saboroso fondue de queijo, um bom vinho a dois ou um chocolate quente com seu amor são opções mais do que perfeitas para encarar as temperaturas baixas. E para quem quer viajar, nada melhor do que destinos de montanha para aproveitar esse clima acolhedor que nos lembram cidades europeias.

Casais buscam aconchego, famílias procuram espaços ao sol para se aquecer e viajantes querem ver neve, natureza, verde e céu azul. Opções de destinos turísticos no Brasil não faltam e estão pertinho das principais capitais do Sul e Sudeste do país. A editora do portal Shop & Travel Guides, Adriana Lage, listou as 5 cidades que mais recebem turistas no inverno em função do frio:

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1- São Joaquim (Santa Catarina)

A cidade mais fria do Brasil registra temperaturas de -10° C durante o inverno, quando os turistas chegam para ver neve, lagos congelados e araucárias cobertas de gelo. As principais atrações são fazer um passeio guiado pela Vinícola Villa Francioni e atravessar a estrada que serpenteia a Serra do Rio do Rastro, famosa pelas paisagens cinematográficas que surgem em meio a ladeiras íngremes e curvas acentuadas. A viagem fica completa conhecendo as cidades vizinhas de Urubici e as cidades de São José dos Ausentes e Cambará do Sul, no Rio Grande do Sul.

Imagem de Divulgação: Prefeitura de São Joaquim
Imagem de Divulgação: Prefeitura de São Joaquim

2- São José dos Ausentes (Rio Grande do Sul)

Uma das cidades mais frias do Rio Grande do Sul, São José dos Ausentes está a 1.200 metros de altitude e tem cenários deslumbrantes de cânions, montanhas e cachoeiras que atraem visitantes em busca de turismo rural e ecológico. O inverno rigoroso traz geada e neve, ideais para viagens românticas. O Pico do Monte Negro é o mais alto do estado, passeio mandatório para quem visita o município e, em dias claros, lá de cima avista-se o litoral de Santa Catarina. A região é conhecida pelos cânions dos Aparados da Serra. Uma das melhores maneiras para ver de perto os enormes paredões que abraçam o município é passear a cavalo. Para quem pode ficar mais dias, as cidades de Cambará do Sul e Urubici e São Joaquim, em Santa Catarina, estão bem pertinho e complementam o roteiro.

Imagem ilustrativa/Shutter Stock: Aparados da Serra - Cânios na região de São José dos Ausentes (RS)
Imagem ilustrativa/Shutter Stock: Aparados da Serra – Cânios na região de São José dos Ausentes (RS)

3- Campos do Jordão (São Paulo)

Campos de Jordão é um destino elegante, chamada de ‘Suíça Brasileira’. A extensa programação cultural, a vida noturna agitada e a rica gastronomia são os principais atrativos que levam muitos paulistas a lotar a cidade durante os meses de junho e julho. O Festival de Internacional de Inverno é o evento mais conhecido da cidade, com música erudita da melhor qualidade. A badalação concentra-se no centrinho do Capivari. Durante o dia, lojas de malhas e chocolates disputam a atenção dos visitantes e à noite é a vez das concorridas mesas de bares e restaurantes. O típico programa gastronômico é comer fondue ou truta, regado a vinho ou cerveja. As várias atividades ao ar livre oferecem um encontro com a natureza em escaladas na Pedra do Baú, trilhas na Pedra do Bauzinho ou tirolesa no Horto Florestal e cavalgada no Aventura no Rancho. Para quem busca programas mais culturais, a Casa da Xilogravura e o Palácio Boa Vista são boas sugestões de museus.

Imagem ilustrativa: Shutter Stock
Imagem ilustrativa: Shutter Stock

4- Nova Friburgo (Rio de Janeiro)

Graças a um decreto do Rei Dom João VI em 1818, Nova Friburgo cresceu como colônia suíça, a maioria das famílias provenientes da cidade de Fribourg. Embrenhada na Serra Fluminense, tem cachoeiras, montanhas e rios, perfeitos para a prática de trekking, rafting e mountain-bike no Parque Estadual dos Três Picos. Graças aos esforços dos moradores, a cidade está cada vez mais bonita e superou os deslizamentos de terra de 2011. Durante o dia, percorrer a bucólica estrada que liga Friburgo e Teresópolis é uma das atividades favoritas para serem feitas em família, com diversas paradas bacanas pelo caminho. A Capital Nacional da Lingerie também atrai o turismo de compras, mais concentrado no bairro de Olaria e na Ponte da Saudade. À noite, escolha um dos restaurantes especializados em fondues e racletes no bairro de Mury, deguste cervejas alemãs e prove os chocolates artesanais.

Imagem de divulgação: Prefeitura de Nova Friburgo (RJ)
Imagem de divulgação: Prefeitura de Nova Friburgo (RJ)

5- Monte Verde (Minas Gerais)

Com população pouco acima de 4 mil moradores, Monte Verde está a 1.555 metros de altitude, um dos pontos mais altos da Serra da Mantiqueira. Como ainda não foi emancipada para município (é um distrito de Camanducaia), não detém o título de cidade mais fria de Minas Gerais. Pousadas charmosas aproveitaram o relevo montanhoso para estabelecer chalés nas encostas, com banheiras de hidromassagem que oferecem vistas incríveis e cenários perfeitamente românticos. Para quem busca algo mais aventureiro, há trilhas de curta e longa distâncias que levam a pontos panorâmicos de onde se descortina todo o vale, como a Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Fondue e truta estão presentes nos cardápios de restaurantes pequenos e aconchegantes.

Foto: Pedra Redonda, Monte Verde, Junho de 2010, por Michele Almeida.
Foto: Pedra Redonda, Monte Verde, Junho de 2010, por Michele Almeida.

Escolha o roteiro que mais te agrada e ponha o pé na estrada. Aproveite!

Fonte: Climatempo

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Alaska, ai vamos nós! – Por Deonir e Edson https://www.utiama.com/alaska-ai-vamos-nos-por-deonir-e-edson/ https://www.utiama.com/alaska-ai-vamos-nos-por-deonir-e-edson/#respond Tue, 30 Jun 2015 20:08:17 +0000 http://www.utiama.com/?p=52265 IMG_6145-21-620x264

Traçando planos para chegar de moto em Prodhoe Bay – Alaska, no extremo norte da América.

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Deonir

Depois de ter viajado de moto por todos os países da América do Sul, é hora de espraiar os horizontes. Ir além do sul do continente americano.

Ano passado (2014), em Riverside-EUA, adquiri uma motocicleta KLR 650 em parceria com Francisco Ribeiro. Fiz a primeira viagem no oeste americano e agora, o desafio será rodar da Califórnia até Prodhoe Bay no Alaska, retornando à Califórnia!

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Mapa do primeiro trecho

Prodhoe Bay é conhecida como o ponto final da Ruta Panamericana, onde se pode ver a tundra alasquiana, o sol da meia noite e o Oceano Ártico. Também é considerado o extremo norte do continente americano, apesar de haver, em território canadense, outros trechos mais ao norte, mas que não são muito acessíveis, por não terem estradas e o terreno ser composto majoritariamente de gelo.

Escolhemos o mês de agosto por ser um período que não faz muito frio (verão no Alaska). Nesta época do ano, infelizmente, não é possível avistar a aurora boreal.

O inicio da viagem está marcado para o dia 04 agosto e a previsão é de rodar de moto 15.216 quilômetros em 30 dias.

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Meu companheiro de viagem será Edson Mesadri, Catarinense, 52 anos, motociclista experiente, instrutor do curso Big Trail Floripa, que aceitou o desafio de me acompanhar nessa aventura, com sua KLR 650. Em janeiro deste ano, ele viajou para Ushuaia e pretende, percorrendo esse trecho, completar sua jornada andando de moto nas três Américas.

Ano que vem, em uma segunda parte, desceremos da Califórnia até o Brasil. Nessa etapa percorreremos todos os países da América Central, exceto os se localizam em ilhas. Mas isso será outra história.

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3 amigos partiram de Chapecó – SC para o Alaska com suas motos. https://www.utiama.com/3-amigos-partiram-de-chapeco-sc-para-o-alaska-com-suas-motos/ https://www.utiama.com/3-amigos-partiram-de-chapeco-sc-para-o-alaska-com-suas-motos/#respond Wed, 03 Jun 2015 17:58:32 +0000 http://www.utiama.com/?p=51452 EXPEDI_O8

Achilles, Silvio e Gustavo, partiram para realizar a Expedição 3 Américas, saindo de  Chapecó Santa Catarina até o  Alaska, percorrerão 27 mil quilômetros em suas motocicletas, atravessando 17 países. É o sonho de três amigos que amam aventura e moto!

Confira o relato de cado um.

Achilles: Desde 2013, comentando e sonhando e desde 2014 planejando! Chegou a hora da nossa partida para Prodhue Bay/Alaska! O tempo que parecia distante, vôou e cá estamos às vésperas de abraçar nossas companheiras e rumar para a viagem das nossas vidas. Neste período, muito trabalho, várias reuniões, dúvidas, pesquisas, aquisições de equipamentos, providências para acertar documentos, mas sempre com muita alegria, determinação e com o propósito de que tudo que estávamos nos esmerando para realizar em termos de preparativos iria nos proporcionar uma viagem mais segura e mais tranquila.

Além do aspecto material, nos esmeramos no aspecto físico e psicológico para o desafio. Cada um de nós fez individualmente uma preparação física, através de atividades esportivas neste último ano e sob o ponto de vista psicológico, a motivação nos empolga, mas a consciência plena das dificuldades que nos esperam e a responsabilidade que temos para enfrenta-las.

Lemos muito relatos, conversamos com pessoas sobre a viagem, alguns que ouviram relatos de terceiros, outros que fizeram a mesma viagem de carro, comentários empolgados sobre a nossa aventura, outros de forma incontida dizendo que somos loucos e por aí vai. De qualquer forma, fizemos tudo que estava ao nosso alcance em termos de planejamento, tentamos escolher a época adequada para entrar no Alaska, pois somente até meados de agosto é que é possível em termos climáticos trafegarmos de moto naquele lugar longínquo. Para pegarmos esta janela climática do Alaska, teremos que enfrentar o auge do inverno nos Andes, a época de chuvas da América Central e o auge do verão no deserto americano. Todo este contexto, nos instiga!

Apesar de termos lidos relatos de outras pessoas que fizeram a mesma viagem, assim como quando fomos a Ushuaia, entendemos que cada viagem é uma experiência única. Não há uma igual a outra. Para cada pessoa passar pelo mesmo lugar, será diferente, vista sob o ponto de vista pessoal e ainda sujeito aos acontecimentos daquele momento e é isso também que faz a viagem fantástica!

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Para realizar a aventura, estou com uma nova companheira. A viagem a Ushuaia eu fiz com a Versys 1000, a qual portou-se de forma incrível não furando um pneu sequer. Para o Alaska, adquiri a Anita a 20150527_124621Valente, uma GS 1200 da BMW, um antigo objetivo agora concretizado. O nome de Anita foi escolhido obviamente para homenagear a grande heroína catarinense, a heroína dos dois mundos, mulher de personalidade forte, além do seu tempo, inabalável, corajosa, retratada com jeito meigo mas ao mesmo tempo forte. Espero esta similaridade com a minha máquina: conforto, motor potente, destemida nos diferentes climas, estradas, enfrentando a dureza que teremos no trajeto, mas junto comigo determinada a chegarmos sãos e salvos em Prodhue Bay.

Gustavo:O tempo em determinados momentos passa voando, nem parece que estamos planejando a Expedição 3 Américas há 1 ano, o grande dia se aproxima, domingo cedinho, se Deus quiser com tempo favorável, sairemos rumo ao Alasta – Prudhoe Bay(extremo norte)!!!

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Ciente de que todo trabalho e empenho para realização de uma real Expedição, foi feita! Grato pelo apoio de todos que convivem ao meu lado e que proporcionaram o ambiente ideal para que este sonho fosse possível. De Chapecó ao Alaska, algo que para muitos parece loucura, mas para nós e nossas respectivas motos, apenas um desafio, com possibilidades mil de aventuras, crescimento pessoal e espiritual. Tenho a certeza de que rumo ao desconhecido, muitas coisas, lugares e pessoas nos farão pensar, refletir e aprender a nos tornarmos pessoas melhores do que já somos!

Fica o meu agradecimento ao grande amigo Silvio Gallon, idealizador de toda viagem e ao grande Achilles, que juntos me fizeram o honroso convite – OBRIGADO!!!

Desde o início sabíamos que não seria uma tarefa fácil! Hoje, quase prontos para partida, com despedidas, abraços e sorrisos, friozinho na barriga que começa a bater vislumbramos aonde queremos chegar, para poder compartilhar com todos experiências, cenários, pessoas do mundão que nos aguarda!!!

Vou bem acompanhado, ao lado de Deus e da Estelita, honroso nome colocado nesta BMW R1200GSA!!!

O motivo principal deste nome é pela pequena homenagem prestada a dona Estelita,, minha querida vozinha, infelizmente, já não mais entre nós. Senhora de jeito meigo, doce, bondoso, engraçado, irreverente, alto astral, com uma proximidade imensa com Deus, sempre me guiou e assim será, como anjo-da-guarda que és!!!

Acompanhem a viagem http://expedicao3americas.blogspot.com.br/

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Foto: Daniel e Rose em viagem ao Peru / Arquivo pessoal

A interação com a natureza, as amizades que se formam e a economia de tempo são, para o advogado Daniel Goulart da Silva, 34 anos, as vantagens de andar de moto. Em 1997, a bordo de uma Honda Dream, ele pegou a estrada sobre duas rodas pela primeira vez — foi de Osório a Capão da Canoa. A partir de então, não parou mais.

Vice-presidente da Associação dos Motociclistas do Rio Grande do Sul (Amo-RS) e integrante do grupo Servage da Estrada, Daniel faz os passeios ao lado de amigos e da mulher, Rose Machado, 26 anos. Já foi a Campo Grande (MS), São Paulo e Uruguai, entre outros destinos. No final do ano passado, Daniel e Rose foram até Machu Picchu com mais seis casais, em uma viagem que durou 42 dias.

— Na moto, usufruímos da liberdade e passamos a fazer parte do cenário. É um vício, algo indescritível — conta o advogado, morador de Porto Alegre.

Mas o prazer de pilotar não está em viagens longas e veículos potentes. Daniel reveza suas duas motocicletas: uma 600 cilindradas e uma 150.

— Vendi meu carro e agora só ando de moto. É um meio de transporte mais eficaz, que flui mais no trânsito. Vou em audiências na Região Metropolitana de maneira mais rápida — conta.

O advogado, no entanto, chama atenção para dois pontos: um é fazer paradas quando a distância é grande (o ideal seria a cada 150km) e o outro é cuidar a velocidade:

— É muito importante a conscientização. O pessoal está acelerando demais. Lugar de velocidade é no autódromo. Na estrada, é curtição.

RAZÕES PARA ANDAR DE MOTO*

Economizar combustível

As motos são, na grande maioria, mais econômicas do que os carros. Logo, optar por viajar de moto significa também economia de combustível. Na moto, o ganho médio é superior a 50% em relação a um carro.

Escapar do trânsito

Dependendo da época — e do destino —, pegar a estrada pode ter tanto trânsito quanto um dia na cidade em plena hora do rush. Em duas rodas, é possível minimizar esse problema. Afinal, mesmo modelos de maior cilindrada conseguem ganhar alguns quilômetros trafegando entre os carros parados.

Mobilidade

Ir de moto significa ter mobilidade. Assim como em qualquer lugar, motos são mais fáceis para se estacionar do que carros. Assim, passar o feriado no sítio de um amigo e ir comprar pão de manhã passa a ser uma tarefa menos trabalhosa.

Pedágios mais baratos

Muitas estradas do país não cobram pedágio dos motociclistas. Sendo assim, quem prefere pegar a estrada em duas rodas acaba ganhando tempo sem ter que recorrer a serviços de pedágio pré-pagos — no qual o motorista não precisa parar na cabine. Na região Sul, moto paga 50% da tarifa se comparada a carros.

Praticar o desapego

Por mais que você esteja viajando com um modelo equipado com malas laterais e top case, sempre vai levar menos bagagem do que levaria em um carro. Logo, você carrega apenas o que vai, de fato, precisar.

Qualquer hora é hora

Por conta da praticidade e da rapidez, quem viaja de moto não precisa se prender muito a horários. Uma vez que o trânsito pode ser contornado com mais facilidade. Pegar a estrada no meio da madrugada para evitar um congestionamento monstro não precisa ser uma regra.

Socialização

Estar na estrada de moto pode servir para conhecer gente nova, afinal, a motocicleta é uma espécie de ferramenta de socialização. Quando você para, sempre tem um pessoal que pergunta de onde vem, para onde vai, que moto é aquela.

Curtir o passeio

Diferente do carro, do ônibus e do avião, a moto não é vista só como meio de transporte. É comum entre os que viajam em duas rodas contar detalhes de alguma parte da estrada que chama a atenção e até qual é a sensação que ela proporciona. Estar de capacete não é o mesmo que viajar cercado por vidro e aço.

Fonte: Diário Gaúcho

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