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O inverno inspira muita gente a buscar momentos agradáveis que tem tudo a ver com aquele friozinho gostoso. Um filme ao pé da lareira, um saboroso fondue de queijo, um bom vinho a dois ou um chocolate quente com seu amor são opções mais do que perfeitas para encarar as temperaturas baixas. E para quem quer viajar, nada melhor do que destinos de montanha para aproveitar esse clima acolhedor que nos lembram cidades europeias.
Casais buscam aconchego, famílias procuram espaços ao sol para se aquecer e viajantes querem ver neve, natureza, verde e céu azul. Opções de destinos turísticos no Brasil não faltam e estão pertinho das principais capitais do Sul e Sudeste do país. A editora do portal Shop & Travel Guides, Adriana Lage, listou as 5 cidades que mais recebem turistas no inverno em função do frio:
1- São Joaquim (Santa Catarina)
A cidade mais fria do Brasil registra temperaturas de -10° C durante o inverno, quando os turistas chegam para ver neve, lagos congelados e araucárias cobertas de gelo. As principais atrações são fazer um passeio guiado pela Vinícola Villa Francioni e atravessar a estrada que serpenteia a Serra do Rio do Rastro, famosa pelas paisagens cinematográficas que surgem em meio a ladeiras íngremes e curvas acentuadas. A viagem fica completa conhecendo as cidades vizinhas de Urubici e as cidades de São José dos Ausentes e Cambará do Sul, no Rio Grande do Sul.

2- São José dos Ausentes (Rio Grande do Sul)
Uma das cidades mais frias do Rio Grande do Sul, São José dos Ausentes está a 1.200 metros de altitude e tem cenários deslumbrantes de cânions, montanhas e cachoeiras que atraem visitantes em busca de turismo rural e ecológico. O inverno rigoroso traz geada e neve, ideais para viagens românticas. O Pico do Monte Negro é o mais alto do estado, passeio mandatório para quem visita o município e, em dias claros, lá de cima avista-se o litoral de Santa Catarina. A região é conhecida pelos cânions dos Aparados da Serra. Uma das melhores maneiras para ver de perto os enormes paredões que abraçam o município é passear a cavalo. Para quem pode ficar mais dias, as cidades de Cambará do Sul e Urubici e São Joaquim, em Santa Catarina, estão bem pertinho e complementam o roteiro.

3- Campos do Jordão (São Paulo)
Campos de Jordão é um destino elegante, chamada de ‘Suíça Brasileira’. A extensa programação cultural, a vida noturna agitada e a rica gastronomia são os principais atrativos que levam muitos paulistas a lotar a cidade durante os meses de junho e julho. O Festival de Internacional de Inverno é o evento mais conhecido da cidade, com música erudita da melhor qualidade. A badalação concentra-se no centrinho do Capivari. Durante o dia, lojas de malhas e chocolates disputam a atenção dos visitantes e à noite é a vez das concorridas mesas de bares e restaurantes. O típico programa gastronômico é comer fondue ou truta, regado a vinho ou cerveja. As várias atividades ao ar livre oferecem um encontro com a natureza em escaladas na Pedra do Baú, trilhas na Pedra do Bauzinho ou tirolesa no Horto Florestal e cavalgada no Aventura no Rancho. Para quem busca programas mais culturais, a Casa da Xilogravura e o Palácio Boa Vista são boas sugestões de museus.

4- Nova Friburgo (Rio de Janeiro)
Graças a um decreto do Rei Dom João VI em 1818, Nova Friburgo cresceu como colônia suíça, a maioria das famílias provenientes da cidade de Fribourg. Embrenhada na Serra Fluminense, tem cachoeiras, montanhas e rios, perfeitos para a prática de trekking, rafting e mountain-bike no Parque Estadual dos Três Picos. Graças aos esforços dos moradores, a cidade está cada vez mais bonita e superou os deslizamentos de terra de 2011. Durante o dia, percorrer a bucólica estrada que liga Friburgo e Teresópolis é uma das atividades favoritas para serem feitas em família, com diversas paradas bacanas pelo caminho. A Capital Nacional da Lingerie também atrai o turismo de compras, mais concentrado no bairro de Olaria e na Ponte da Saudade. À noite, escolha um dos restaurantes especializados em fondues e racletes no bairro de Mury, deguste cervejas alemãs e prove os chocolates artesanais.

5- Monte Verde (Minas Gerais)
Com população pouco acima de 4 mil moradores, Monte Verde está a 1.555 metros de altitude, um dos pontos mais altos da Serra da Mantiqueira. Como ainda não foi emancipada para município (é um distrito de Camanducaia), não detém o título de cidade mais fria de Minas Gerais. Pousadas charmosas aproveitaram o relevo montanhoso para estabelecer chalés nas encostas, com banheiras de hidromassagem que oferecem vistas incríveis e cenários perfeitamente românticos. Para quem busca algo mais aventureiro, há trilhas de curta e longa distâncias que levam a pontos panorâmicos de onde se descortina todo o vale, como a Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Fondue e truta estão presentes nos cardápios de restaurantes pequenos e aconchegantes.

Escolha o roteiro que mais te agrada e ponha o pé na estrada. Aproveite!
Fonte: Climatempo
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O motociclista Chico PHD ficou encantado com o serpentear da estrada e teve a sublime ideia de denominar o trajeto de “Rastro da Serpente”.
O motociclista Chico relata que durante a viagem pelo Rastro da Serpente um PHD de São Paulo, comentou:- “Que para passar por ali, os meninos deveriam se transformar em homens”. Ou seja:- “Cuidado meu amigo, aqui você tem que agir com responsabilidade, deixando as brincadeiras imaturas para outros momentos, do contrário, o Rastro da Serpente vai jogar você no chão, sem perdão”.

E, conclui que ao realizar o trajeto do Rastro da Serpente o motociclista deverá lembrar que tal percurso é: “Recomendado apenas para Homens. Meninos; Não”.
Fonte: Porthal Rastro da Serpente
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Repleto de peixes, o Rio Caronas cruza o centro da cidade. Urupema é assim – e os peixes em questão são as trutas, extremamente sensíveis à poluição da água. Depositadas ali há 15 anos, elas se reproduziram livremente e hoje podem ser vistas sem dificuldade pelos turistas.Morro das Torres/Cascata que Congela
Ponto mais alto da cidade e um dos mais elevados do estado, com 1.750 m, proporciona bela paisagem da região, a perder de vista, para todos os lados. O nome do morro deve-se à existência de antenas de telefonia e de televisão. A 1,5 km do topo está a Cascata que Congela, cujo acesso se dá por uma pequena estrada que sai do caminho principal. A cascata é uma suave queda-d’água de 12 m que, nos dias mais frios, deixa de correr e se transforma em gelo. Já houve ocasiões em que se manteve congelada por até cinco dias seguidos. Mesmo quando a temperatura não está tão baixa, o passeio vale a pena. Com tempo bom, o acesso de carro é fácil. O Morro das Torres fica a 7 km do Centro.
Infraestrutura
A centenária Fazenda do Barreiro é um dos destaques do turismo rural de toda a região serrana. A cidade tem dois parques de exposições, ambos situados às margens da SC-439.
Secretaria de Turismo, Urbanismo e Esporte
Fone: (49) 3236-3050
www.urupema.sc.gov.br
Hospedagem: 200 leitos
Acessos
Por via rodoviária
De Lages: BR-282 e SCs 438 e 439.
De Florianópolis: BRs 101 e 282 e SCs 438 e 439.
De Porto Alegre: BRs 116 e 282 e SCs 438 e 439.
De Curitiba: BRs 116 e 282 e SCs 438 e 439.
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A diversidade do relevo fez de Urubici (“pássaro lustroso” no idioma xoclengue, tribo que habitava a região) um dos paraísos do turismo de aventura no país. Pode-se fazer rapel em cachoeiras com até 100 m de queda livre, canoagem e pesca esportiva nos rios da região, cavalgadas por roteiros deslumbrantes, caminhadas ecológicas por trilhas com vários graus de dificuldade, voo livre, mountain bike, tirolesas de tirar o fôlego e arvorismo – travessia por trilhas suspensas que interligam as copas das árvores.Serra do Corvo Branco
A lendária estrada que foi a ligação pioneira entre o litoral e a serra continua em atividade. A “garganta” de entrada (a estrada começa no meio de dois paredões de pedra, a 27 km do centro de Urubici) proporciona uma visão impressionante. A emoção de descer a serra até a cidade de Grão-Pará, seja como motorista ou passageiro, é única. As curvas fechadas e a pequena largura da estrada remetem imediatamente ao tempo em que era conhecida como “a mais temível” de todo o Brasil. O tempo passou, e ela não perdeu sua imponência. Não se deve esquecer, portanto, de testar os freios antes de começar o passeio.
Cascata Véu de Noiva
Com 62 m de queda, a cascata, que fica no caminho para o Morro da Igreja, destaca-se entre as mais de 80 encontradas no município. Não há queda livre: a água desliza suavemente por grandes rochedos. A cascata fica em propriedade particular, e é cobrado ingresso. Há no local um restaurante, que também serve lanches. Na caminhada de 300 m entre o estacionamento e a base da cascata, é possível flagrar diversos pássaros da fauna local, como curiós, sabiás, tico-ticos, pica-paus, gaturamos e capitães-do-mato. A trilha suspensa a 10 m de altura, com 260 m de comprimento, que liga as copas das árvores, permite a prática do arvorismo – atividade que exige agendamento prévio.
Estrada Geral do Morro da Igreja, Km 6,5.
Cachoeira do Avencal
É frequentada por praticantes de rapel, que aproveitam seus 100 m de queda livre. O nome vem da avenca, planta comum na região. Pode-se chegar de carro ao alto da cachoeira e a pé à parte de baixo, mas é preciso ter calçados apropriados e cuidado com as pedras escorregadias. Fica no Morro do Avencal, perto das inscrições rupestres, na chegada a Urubici para quem vem de São Joaquim.
Estrada Geral de Urubici a São Joaquim no Morro do Avencal, Km 34, entrada à direita.
Inscrições rupestres
O sítio fica no Morro do Avencal. São inscrições dos povos que habitaram a região há pelo menos 4.000 anos, um dos mais importantes registros arqueológicos em território catarinense. Presume-se que o local era considerado sagrado. Destaca-se a imagem perfeita de um rosto, a Máscara do Guardião, a ser procurada atentamente pelo visitante.
SC-430, Km 28.
Morro do Campestre/Morro da Cruz
Nos altos da Serra do Campestre, é uma formação de arenito com altitude de 1.380 m. O cu-me do morro oferece uma visão panorâmica do Vale do Rio Canoas. Fica em área particular, o acesso não é fácil e precisa ser feito parcialmente a pé.
Caverna Rio dos Bugres
Antigo abrigo de índios, a caverna fica em área de vegetação exuberante. Para chegar lá, é preciso enfrentar 11 km de estrada estreita de terra batida, mas vale a pena. Um rio é presença constante, e é comum encontrar cavaleiros pelo caminho, com vestes e adereços tipicamente serranos. Nos últimos 300 m antes de se chegar à caverna, as condições da trilha pioram e o melhor é deixar o carro e seguir a pé. É importante levar uma lanterna para apreciar o interior da caverna.
SC-439, Rio dos Bugres, a 11 km do Centro.
Pedra da Águia
Trata-se de uma formação de arenito cujo contorno se assemelha ao desenho de uma águia com as asas abertas. Fica a 30 km do centro de Urubici e é frequentado por praticantes de rapel. Vale lembrar que esse tipo de atividade só deve ser feito com orientação de instrutores profissionais e equipamento adequado, incluindo corda estática, capacete, cadeirinha, mosquetão e freio.
Acolhida na Colônia
A associação reune proprietários que investem no agroturismo ecológico. São pequenos agricultores que abrem suas instalações para receber turistas. As hospedagens são simples e aconchegantes. Há ampla oferta da culinária típica da região. Aproveitando as características locais, o visitante tem ainda a oportunidade de se divertir com passeios a cavalo, caminhadas, pescarias, cachoeiras, trilhas.
Infraestrutura
A cidade oferece diversas alternativas de hospedagem em pousadas e hotéis-fazenda que proporcionam contato com a natureza. Instalado no Centro, o Urubici Park Hotel tem opção de apartamentos em estilo alpino, com calefação, bar, restaurante, piscina térmica e loja de lembranças. O bistrô A Taberna, na saída para Lages, é frequentemente destacado pelos guias gastronômicos como uma das boas cozinhas da região e dispõe de três chalés para hospedagem.
Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo
Fone: (49) 3278-4245
www.urubici.com.br
Hospedagem: 2.300 leitos
Acessos
Por via rodoviária
De Lages: BR-282 e SC-430.
De Florianópolis: BRs 101 e 282 e SC-430.
De Porto Alegre: BRs 290 (Freeway) e 101 e SCs 444, 446, 438 e 430.
De Curitiba: BRs 116 e 282 e SC-430.
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A tranquila São Joaquim é famosa em todo o país por duas razões. A primeira são as baixas temperaturas – a cidade é considerada “a mais fria do Brasil”. No inverno, basta a previsão do tempo indicar possibilidade de neve, prenunciada pelo vento Sul, para que visitantes de todos os cantos comecem a chegar às pequenas pousadas da cidade, casas de família convertidas em locais de hospedagem. Quando a neve cai, adultos se juntam às crianças nas brincadeiras até então conhecidas apenas pelos filmes e documentários de TV, como a guerra de bolas e a construção de bonecos de neve gorduchos. Parece incrível, mas isso acontece no Brasil, um país tropical!Vistas panorâmicas
Com acesso pela Rua Major Jacinto Goulart, uma escadaria conhecida como Belvedere oferece um belo panorama da cidade e dos verdes campos que a circundam. Na saída de São Joaquim em direção a Lages, o Mirante das Araucárias proporciona visão de um campo de araucárias com até 50 m de altura.
SC-438, 200 m após o portal de São Joaquim.
Cascata do Pirata
Com 15 m de queda livre, fica dentro da fazenda particular Refúgio do Pirata, que permite visitas à cachoeira. O acesso é pela SC-438, em direção a Bom Jardim da Serra.
Adventure Park Snow Valley
Parque de aventuras com uma série de atrativos, como tirolesa – descida por um cabo de aço com 350 m de comprimento –, pista de arvorismo e pista de escalada. Há também uma trilha ecológica de 1,8 km de extensão que atravessa uma mata de xaxins nativos centenários – alguns chegam a 10 m de altura e, pelo ritmo de crescimento da espécie, presume-se que já estivessem ali quando os portugueses chegaram ao Brasil, há mais de 500 anos. O café colonial é servido diariamente, das 7h30 às 19h. Há ainda cabanas e chalés para alugar, alojamento para grupos e área para camping.
SC-438, Km 10.
Fone: (49) 3233-3447
www.snowvalley.com.br
Infraestrutura
A cidade recebe muitos visitantes durante o inverno, especialmente quando há previsão de neve. Alguns moradores alugam quartos. Para quem valoriza conforto, o São Joaquim Park Hotel oferece calefação e piso aquecido. Na gastronomia, destacam-se os restaurantes caseiros que servem a comida típica da região.
Informações Turisticas
Fone: (49) 3233-2790
Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavits)
Fone: (49) 3233-3870
www.acavits.com.br
Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio
Fone: (49) 3233-0411
www.saojoaquim.sc.gov.br
Hospedagem:
1.190 leitos
Acessos
Por via rodoviária
De Lages: SC-438.
De Florianópolis: BRs 101 e 282 e SC-430.
De Porto Alegre: BRs 290 (Freeway) e 101 e SCs 444, 446 e 438.
De Curitiba: BRs 116 e 282 e SC-438.
Distâncias de São Joaquim
Lages: 79 km
Florianópolis: 227 km
Porto Alegre : 305 km
Curitiba: 439 km
O nome da cidade faz referência ao agricultor Rufino Pereira dos Santos (1834-1905), morador pioneiro da região. Embora a economia permaneça baseada na agricultura familiar, com culturas tradicionais – feijão e milho –, e na criação de gado de corte e leite, nos últimos tempos uma nova alternativa ganhou força na região: o vime. Originário da Europa Central e da Ásia, o arbusto encontrou na Serra Catarinense condições ideais de desenvolvimento. Uma combinação de fatores – altitude, temperatura amena e abundância de água – faz com que os vimeiros cultivados na cidade ganhem porte de árvore e ultrapassem dez metros de altura, três vezes mais do que o convencional. Com isso, a região já concentra 90% da produção nacional – além de Rio Rufino, o vime está sendo cultivado em Bom Retiro, Bocaina do Sul, Urubici e Palmeira.
Monumento ao fundador
Criado para homenagear o fundador da cidade, Rufino Pereira dos Santos, reproduz cenas relacionadas à história da colonização do município, criado em 1905.
Praça Jaime José Oselame, Centro.
Pedrinha da Cruz
Trata-se de uma curiosa formação rochosa que parece ter sido esculpida por mãos humanas, e não pela natureza.
Morro da Cruz, localidade de Lagoa Preta.
Cascata Alto da Serra
Com 70 m de altura, é um dos recantos “secretos” da cidade. Para chegar lá, o melhor é se informar pelo caminho com os moradores.
Alto da Serra, a 12 km do Centro.
Caverna do Rio do Leste
Os moradores da região contam que, na década de 1970, a caverna foi habitada por um ermitão, o qual chegou a se transformar em uma espécie de “atração turística”.
Rio do Leste, a 18 km do Centro.
Infraestrutura
Há algumas opções simples de hospedagem e gastronomia. Na SC-437, conhecida como Rodovia do Vime, está o Parque de Exposições Caetano Costa Sobrinho.
Secretaria de Desenvolvimento e Turismo
Fone: (49) 3279-0119
www.riorufino.sc.gov.br
www.visiteriorufino.com.br
Hospedagem: 35 leitos
Acessos
Por via rodoviária
De Lages: BRs 282 e 475.
De Florianópolis: BRs 101, 282 e 475.
De Porto Alegre: BRs 116, 282 e 475.
De Curitiba: BRs 116, 282 e 475.
Distâncias de Rio Rufino
Lages: 69 km
Florianópolis: 186 km
Porto Alegre :417 km
Curitiba: 424 km
Prefeitura
Fone: (49) 3238-0050
www.palmeira.sc.gov.br
Localizado entre Lages e São Joaquim, é um município voltado à atividade agrícola, que envolve diretamente mais da metade da população – a menor entre os da região da Serra Catarinense. Distrito de Lages desde o começo do século XIX, emancipou-se em 1994. A origem do nome estaria na beleza da região: a cidade é cortada por dois córregos que se encontram em meio a vales verdejantes, paisagem digna de ser retratada por pintores. Entre os pontos de atração, há a Igreja Matriz de São Sebastião e a Igreja Santo Antônio, na localidade de Casa de Pedra. As grandes festas do município são o Painelaço, organizado em dezembro (cujas principais atrações são as competições de laço e gineteadas, um resgate das tradições campeiras), e a Festa Nacional da Truta – a cidade sedia a Estação Nacional de Truticultura, centro de pesquisas administrado pelo Governo Federal, que fica a 6 km da sede e pode ser visitado.
Prefeitura
Fone: (49) 3235-0035
www.painel.sc.gov.br
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O nome da cidade é uma homenagem a Otacílio Vieira da Costa, antigo dono das terras em que o povoado nasceu e cresceu. Primeiro ele construiu um galpão para pernoite dos viajantes que passavam pela região e depois abriu um refeitório. A chegada de fazendeiros acelerou o desenvolvimento do município, cuja principal atividade econômica hoje é a produção de papel e celulose – há grandes áreas cobertas por pinheiros e eucaliptos. Com isso, Otacílio Costa destoa da maior parte das cidades da região serrana e tem um perfil mais industrial – grande parcela da população vive em zona urbana. Além da festa que celebra sua emancipação, em maio, outro evento que movimenta a cidade é o Otacílio Rock Festival, realizado em fevereiro no Parque Cambará.
Prefeitura
Fone: (49) 3221-8000
www.otaciliocosta.sc.gov.br
Maior cidade em extensão territorial da Serra Catarinense, é o principal município da região e oitavo mais populoso do estado. Lages também é o berço do turismo rural no Brasil – em meados da década de 1980, fazendas tradicionais, algumas com mais de 100 anos de história, abriram suas porteiras para hospedar visitantes interessados em descanso e convívio com a natureza. A novidade logo conquistou adeptos de todos os cantos, fascinados pela possibilidade de acompanhar o cotidiano de uma fazenda “de verdade” – nos hotéis-fazenda, as atividades voltadas à agricultura e à pecuária continuam transcorrendo normalmente.Salto do Rio Caveiras
A 20 km do centro de Lages, o Salto do Rio Caveiras é conhecido como a “praia dos lageanos”. Cercado por extensa área verde, o lago é usado para pesca e prática de esportes náuticos. Há uma cachoeira artificial que proporciona banhos refrescantes. Além da beleza natural, o visitante pode conhecer a Usina Hidrelétrica do Caveiras, a primeira a ser construída na região, inaugurada em 1953 e utilizada atualmente para situações de emergência. A estrutura inclui restaurantes, camping e um grande trapiche.
BR-282, em direção a São José do Cerrito.
Parque Ecológico João José Theodoro da Costa Neto
Com uma área de 2,3 km2, é um trecho integralmente preservado da floresta ombrófila mista, tipo de vegetação drasticamente reduzida com a exploração madeireira e o crescimento das cidades catarinenses. Alguns dos 8 mil pinheiros nativos que fazem parte da reserva chegam a 20 m de altura – estima-se que tenham mais de 500 anos de idade. Há outras espécies de árvores também centenárias. Com sorte e atenção, o visitante pode ver a gralha-azul, ave-símbolo da região, espécie em extinção que sobrevive apenas em áreas preservadas e que ajudou a disseminar as sementes de araucária. O parque ecológico, cujo nome homenageia o antigo proprietário das terras, foi implantado em 1997.
Entroncamento entre as BRs 116 e 282.
Parque Jonas Ramos
Quem hoje vê o aprazível parque no centro de Lages, frequentado por mães que passeiam com carrinhos de bebê e por adolescentes que jogam basquete e conversam animadamente, não imagina que sua história remonta aos tempos da fundação da cidade. Conhecido como Tanque, o local era usado pelas mulheres para lavar roupas – e as crianças aproveitavam para tomar banho. O lago, hoje urbanizado e ocupado por pedalinhos, foi construído por volta de 1771, a partir de um pequeno córrego represado, para que as mulheres pudessem realizar essas atividades sem correr o risco de ataques de índios e de animais. A iniciativa foi de Antônio Correia Pinto de Macedo, fundador da cidade. Uma antiga lenda diz que, desde que uma mãe abandonou o filho recém-nascido no local, o lago abriga uma serpente gigante, que só não escapa e ataca a cidade graças à proteção de Nossa Senhora dos Prazeres.
Infraestrutura
O município é a porta de entrada e o polo econômico da Serra Catarinense, dispondo da maior infraestrutura turística da região. Conhecida como berço do turismo rural, a cidade tem ainda bons hotéis no Centro.
Secretaria de Turismo
Fone: (49) 3225-0722
Fone: (49) 3226-1117
www.lages.sc.gov.br/turismo
Hospedagem : 2.980 leitos
Acessos
Por via rodoviária
De Florianópolis: BRs 101 e 282.
De Porto Alegre: BR-116.
De Curitiba: BR-116.
Distâncias de Lages
Painel: 27 km
Capão Alto: 30 km
Palmeira: 36 km
São José do Cerrito: 41 km
Otacílio Costa: 48 km
Campo Belo do Sul: 58 km
Cerro Negro: 76 km
Anita Garibaldi: 199 km
Florianópolis: 223 km
Porto Alegre: 348 km
Curitiba: 364 km