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As concessionárias Kawasaki começaram a receber a nova Vulcan S. Montado em Manaus (AM), o modelo é uma custom de visual mais jovial e invocado que parte de R$ 25.990 pela versão sem ABS e pode chegar aos R$ 27.990. São duas cores disponíveis, branco e roxo – sendo que na versão com freios antitravamento apenas o roxo está disponível.
A nova custom vem equipada com a mesma mecânica da ER-6n e da Versys 650, ou seja, um motor bicilíndrico paralelo de 649 cm³, mas que foi calibrado para entregar 61 cv e 6,4 mkgf e que vem associado a um câmbio de seis marchas.
Na ER-6n, o mesmo motor gera 72 cv e 6,5 mkgf, enquanto na Versys 650 – que também acabou de ser reestilizada e chegou às lojas em abril a partir de R$ 32.990 – ela entrega 69 cv e 6,5 mkgf. Em ambas o câmbio também é de seis marchas.
Ficha Técnica Kawasaki Vulcan S 2015
| Motor | quatro tempos, DOHC, quatro válvulas por cilindro, duplo paralelo |
| Deslocamento | 649cc |
| Sistema de arrefecimento | líquido |
| Sistema de combustível | DFI com dois corpos de acelerador 38mm, com sub-aceleradores |
| Ignição | TCBI com o avanço digital |
| Transmissão | Seis velocidades com localizador neutro positivo |
| Transmissão final | Corrente selada |
| Quadro | Tubular de aço duplo e alta resistência |
| Suspensão Dianteira | 41 milímetros garfo telescópico |
| Suspensão Traseira | Compensada Lay-down choque traseiro com articulação e pré-carga ajustável |
| Pneu dianteiro | 120/70 R18 |
| Pneu traseiro | 160/60 R17 |
| Freios dianteiros | 300mm disco simples com pinça de pistão duplo, ABS |
| Freios traseiros | 250 milímetros disco simples com pinça de pistão único, ABS |
| Comprimento total | 91 polegadas |
| Altura livre do solo | 5,1 polegadas |
| Altura do assento | 27,8 polegadas |
| Distância entre eixos | 62 polegadas |
| Peso líquido | 225kg |
| Capacidade de combustível | 14 litros |
| Cores | Candy Lime Green, Pearl Crystal White or Flat Ebony |
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A Yamaha, desde o fim da década de 1990 vem utilizando uma fórmula para a disponibilidade de seus novos modelos, que comprovadamente mostrou resultados eficientes. As XJ e as Fazer (de 600 ou 1 000 cm³) sempre foram oferecidas em diferentes versões, onde apenas ter ou não carenagem, eram seus principais diferenciais. Obviamente que, além do diferencial estético a ideia era oferecer opções de escolha mais confortáveis para quem pretendia encarar uma longa viagem, com mais esportividade para quem queria enfrentar um track-day ou com simplicidade para serem utilizadas no dia a dia.
Portanto, não foi uma surpresa quando a marca revelou no Salão de Milão de 2014 a MT-09 Tracer, versão crossover da naked MT-09, que já é uma moto surpreendente. Equipada com um motor tricilíndrico de 847 cm³, com 106 cv e 189 kg verificados, podemos afirmar que a MT-09 foi o começo de uma nova era para a Yamaha a nível mundial. Desde quando apareceram as primeiras fotos, no inverno de 2012, que já especulávamos sobre a aparição de uma versão derivada dela. A Yamaha demorou um pouco mais do que o habitual para confirmar, mas a espera valeu a pena, afinal de contas a Tracer tem muito mais do que apenas uma semicarenagem.
Além da maior proteção aerodinâmica, ela também ganhou importantes modificações, convertendo-se em uma moto estradeira sem perder o caráter da MT-09. A semicarenagem conta com uma bolha de medidas bem generosas e também permite ser regulada manualmente em três alturas que variam 15 mm cada uma delas. No pacote ainda temos protetores de mãos e tampas laterais que desviam o ar frontal das pernas. O grupo óptico dianteiro conta com dois faróis com iluminação totalmente por LED.
Na traseira, o subchassi foi reforçado e está ligeiramente mais largo, onde foi instalado um assento repartido claramente mais amplo que o da versão naked. Isso permitiu que o assento do piloto pudesse ser regulado em altura. Varia entre 845 mm ou 865 mm de distância do solo. O guidão também é mais largo e está instalado sobre prolongadores. Assim, a Tracer oferece uma posição de pilotagem muito mais ereta e espaçosa que a da naked MT-09. Na traseira se destacam grandes alças de apoio para o garupa e os encaixes para as malas laterais. Outro diferencial na traseira é que a balança sofreu alterações no desenho interno, para dar espaço às novas bieletas do amortecedor. A Tracer vem com ABS de série, não há opção sem o sistema, porém, diferentemente da naked MT-09, ela conta com controle de tração que pode ser facilmente desabilitado. Os três mapas do motor selecionáveis (STD, A e B) permanecem disponíveis na MT-09 crossover. O tanque de combustível conta com quatro litros a mais de capacidade, há cavalete central, e o painel é muito parecido com o da Yamaha XT1200Z Super Ténéré.
Analisando todas essas modificações em relação à MT-09, percebemos que a Yamaha buscou transformar uma naked em uma verdadeira moto estradeira. E ainda há uma extensa lista de acessórios opcionais. Com este novo tanque e estas mudanças aplicadas, ela engordou 20 kg. Ao menos na Espanha, a Tracer custa 1 200 euros a mais que a MT-09 naked.
Pondo em prática
No teste da Motociclismo foram até a região de Málaga, na Espanha, para acelerar a novidade. De imediato percebemos que ela está mais alta e mais volumosa. Carenagem, bolha, guidão mais largo, tanque maior, tudo nos leva a crer, assim que subimos nela, que se trata de uma moto completamente diferente da MT-09. Na verdade, a parte frontal segue a tendência do mercado e aparenta ser bastante conhecida, recordando outros modelos. O assento do garupa mais alto e as novas alças de apoio dificultaram um pouco para passar a perna por cima no momento de subir na moto, todavia para os mais baixinhos, há a opção de utilizar o cavalete central que é item original. Depois de ligá-la notamos pouco ruído interno e nada de vibrações. A Yamaha declara ter trabalhado um pouco a entrega de potência e, ao menos no modo “STD”, sentimos um pouco menos de ímpeto e, deste modo, não sentimos tanta diferença quando passamos para o modo “B”, que é o mais suave. No modo “A” a “pegada” permanece forte, sendo muito aconselhável deixarmos sempre o controle de tração ativado. No dia frio que enfrentamos na ocasião da avaliação, não era difícil escorregar de traseira nas saídas de curvas.
Aliás, é um controle de tração que funciona muito bem, sem afetar demais a entrega de potência na roda. O tricilíndrico de 847 cm³ não deixa a desejar em nenhum momento, tem excelente resposta em baixa, muita força em médias rotações e nos permite ir com muito vigor até os 11 000 rpm. Não podemos deixar de considerar que é um motor superatualizado, que está equipado com virabrequim crossplane, acelerador tipo ride-by-wire e dutos de admissão que variam seu comprimento dependendo das informações enviadas por diversos sensores espalhados na moto. Tudo isso foi herdado das principais superesportivas da marca e por isso tem esse comportamento impetuoso, mas perfeitamente controlável independentemente da faixa de rotação. Quanto à caixa de câmbio, percebemos um pouco mais de suavidade nos engates de marchas, apesar de a Yamaha não declarar mudanças internas e ou relação de engrenagens.
Mais estável
Apesar de ter ganhado alguns quilinhos, a Tracer mostra-se melhor apoiada, especialmente com a parte dianteira. A nova calibragem da suspensão e o maior peso que a semicarenagem oferece deixaram o conjunto mais “pregado” ao solo, todavia, não é difícil perceber que a suspensão traseira com links maiores deu um grande passo adiante em relação à versão naked. Porém, não seria demais – pela moto excepcional que é – se as bengalas dianteiras contassem com mais recursos de regulagens. Em inversões rápidas de curvas, com as regulagens originais e sem bagagem extra, é notável como a Tracer é mais equilibrada que a MT-09 naked, mas ainda falta um pouco de confiança quando queremos realmente ir rápido. Resumindo, é uma Yamaha ágil, rápida de reações e que não exige esforço do piloto para colocá-la onde desejamos. A MT-09 Tracer provou que conforto e caráter esportivo podem conviver perfeitamente juntos em um mesmo modelo.
Bons equipamentos
A Tracer traz em seu pacote uma relação qualidade/preço/equipamentos muito difícil de ser encontrada em outro modelo. Além de um motor delicioso com três cilindros em linha e três mapas diferentes de injeção, também conta com um chassi de dupla trave de alumínio e uma balança de braços assimétricos também de alumínio. Na frente, as bengalas invertidas são vistosas e incorporam encaixes radiais para as pinças monobloco que têm a missão de morder discos de 298 mm. As rodas são de 17 polegadas, equipadas com pneus de 120/70 na dianteira e 180/55 na traseira. O painel é completamente digital e do lado esquerdo conta com tomada 12 Volts. Toda a iluminação, tanto traseira quanto dianteira, é formada por LEDs. O assento é repartido, com opção de regulagem de altura para o piloto. Impossível não notar as grandes alças de apoio para o acompanhante e a disponibilidade de encaixes para as malas laterais. Não podemos deixar de citar o novo sistema de links que oferece mais progressividade à supensão traseira.
Resumidamente
A Yamaha conseguiu, com a Tracer, provar que é possível fabricar um modelo destinado a grandes viagens que seja leve e acessível. Ao menos na Europa, onde ela custa 9 799 euros, não há nada nesse padrão, tão completa, ágil e divertida por este preço. Pela proposta de utilização, pesar 210 kg com o tanque cheio é surpreendentemente agradável. A relação peso-potência também se enquadra no quesito surpresa agradável e é muito mais do que interessante poder atingir velocidade máxima de 220 km/h e gastar somente 22 segundos para levá-la desde 0 a 1 000 metros. Pelo menos nesse nosso primeiro contato, ela nos provou ser confortável, leve, ágil e divertida. No Brasil o preço da naked não é tão acessível como na Europa, e a Yamaha ainda não divulgou se esta versão virá. No entanto, está comprovado que se ela viesse, seria uma pedra e tanto no sapato da concorrência. Quem sabe, isso não ocorra no Salão Duas Rodas, em outubro? Vamos aguardar.
Ficha Técnica
Motor tricilíndrico, arrefecido a líquido
DOHC I 12 válvulas I câmbio de 6 velocidades
Cilindrada: 847 cm³
Potência máxima declarada: 115 cv a 10 000 rpm
Torque máximo declarado: 8,9 kgf.m a 8 500 rpm
Diâmetro x curso do pistão 78 mm x 59,1 mm
Taxa de compressão: 11,5:1
Quadro: Dupla trave de alumínio
Cáster: 24°
Trail: 100 mm
Suspensão dianteira: Telescópica invertida de 41 mm, com 137 mm de curso e regulagem de pré-carga
Suspensão traseira: Monoamortecedor com 130 mm de curso e regulagens de pré-carga e extensão
Freio dianteiro: Dois discos de 298 mm, pinças de 4 pistões, ABS
Freio traseiro: Disco de 245 mm, 2 pistões, ABS
Modelo do pneu: Michelin Pilot Street
Pneu dianteiro: 120/70 – 17″. 3,5″
Pneu traseiro: 180/55 – 17″. 5,5″
Medidas
Comprimento • 2 160 mm Largura • 949 mm
Altura do assento • 845/860 mm Entre-eixo • 1 440 mm
Tanque • 18 litros Peso cheio • 210 kg
Serão vendidas apenas 250 unidades da F4 RC, que tem elementos da moto de Leon Camier, piloto da marca no Mundial de Superbike.
A MV Agusta apresentou na Europa a F4 RC, uma edição limitada a 250 unidades de seu modelo esportivo de quatro cilindros. Sua base, segundo informações da fabricante, é a moto de Leon Camier, britânico que disputa o Mundial de Superbike.
Os compradores levarão para casa um kit para transformar a motocicleta em uma versão de pista, o qual é composto por sistema de escape de titânio, unidade de controle específica, tampa do tanque com liberação rápida entre outros itens. Com ele, a MV Agusta promete elevar o desempenho de 205 cv para 212 cv de potência a 13.600 rpm. O torque é de 11,7 kgf.m a 9.300 rpm. A velocidade máxima é de 302 km/h.
A moto, cujo peso seco é 175 kg, vem com elementos de primeira linha, a exemplo da suspensão Öhlins e freios com assinatura Brembo. Em termos de tecnologia, tem quatro mapas de entrega de motor, controle de tração em oito níveis, ABS (pode ser desligado) e quick shift. Há também espaço para ajustes em itens como sensibilidade do acelerador, torque máximo e freio motor.
Na Europa, o modelo será comercializado a 36.900 euros, o equivalente a R$ 130.250.
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A Ducati Scrambler veio na década de 70. Na Intermot 2014 a Ducati apresentou em quatro versões diferentes, Scrambler 2015 está disponível em Ícon, Enduro Urban, Full Throttle e versão Classic, cada motor tem suas próprias características. Por exemplo, o Enduro Urban está equipado com um alto fender e um prato de derrapagem, o Full Throttle um guidão mais baixo e um silenciador Termignoni. Ducati informa que Scrambler deseja criar essa expressão, diversão e pura essência de um mundo novo, algo que eles chamam de “a terra da alegria “.
A base dos quatro modelos é o mesmo que a fonte de energia é uma 803 cc de medição de dois cilindros V arrefecido a ar usada que proporciona 75 cv, este motor também é utilizado no monstro de 796 quadro, suspensão e iluminação também é em tudo quatro modelos iguais. A diferença entre os modelos é principalmente em detalhes, onde a Ducati quer que o motociclista possa escolher o motor que melhor lhe convier.
Especificações 2015 Ducati Scrambler
| Motor | L-Twin, distribuição Desmodromic, duas válvulas por cilindro, refrigerado a ar |
| Deslocamento | 803 cc |
| Diâmetro x curso | 88 x 66 milímetros |
| Taxa de compressão | 11:01 |
| Poder | 55 kW (75 hp) @ 8.250 rpm |
| Torque | 68 Nm (50 lb-ft) @ 5.750 rpm |
| Injeção de combustível | Injeção eletrônica de combustível, corpo de borboleta 50 milímetros |
| Exhaust | O sistema de escape com único silenciador em aço inoxidável, |
| tampa de alumínio silenciador, catalisador e duas sondas lambda | |
| Emissões | Euro 3 |
| Gearbox | 6 velocidades |
| Relação | 1 = 32/13 = 2 30/18 28/21 3 = 4 = 26/23 = 22/22 5 6 = 24/26 |
| Unidade primária | Engrenagens de corte reto; Razão de 1,85: 1 |
| Transmissão final | Cadeia; Pinhão 15; Coroa traseira 46 |
| Clutch | Lei APTC vários placa com controle mecânico |
| Quadro | Aço tubular Trellis moldura |
| Suspensão dianteira | Kayaba 41 milímetros de cabeça para baixo garfo |
| Curso da roda dianteira | 150 milímetros |
| Roda da frente | 10 raios em liga leve, 3,00 “x 18” |
| Pneu dianteiro | Pirelli MT 60 110/80 ZR18 RS |
| Suspensão traseira | Kayaba choque traseiro pré-carga ajustável |
| Curso da roda traseira | 150 milímetros |
| Roda traseira | 10 raios em liga leve, é 5,50 “x 17” |
| Pneu traseiro | Pirelli MT 60 180/55 ZR17 RS |
| Freio dianteiro | 330 disco mm, 4 pistões pinça radial com ABS como equipamento standard |
| Travão traseiro | 245 disco mm, 1 pistão flutuante pinça com ABS como equipamento standard |
| Distância entre eixos | 1445 milímetros |
| Rake | 24 ° |
| Trail | 112 milímetros |
| Bloqueio total de viragem | 35 ° |
| Capacidade do tanque de combustível | 13.5 litros |
| Peso seco | 170 kg |
| Peso úmido * | 186 kg de |
| Altura do assento | 790 milímetros – 770 milímetros de baixo do assento disponível como acessório |
| Altura máxima | 1,150 milímetros reservatório / freio |
| Largura máxima | 845 milímetros / espelhos |
| Comprimento Max | 2,100-2,165 mm |
| Número de assentos | Assento duplo |
| 2015 Kawasaki Versys 1000 | |
| Tipo | , De quatro tempos em linha motor de quatro cilindros com refrigeração líquida |
| Deslocamento | 1043 cc |
| Diâmetro x curso | 77,0 X 55,0 |
| Compressão | 10.3: 1 |
| Sistema de válvulas | DOHC, 16 válvulas |
| Combustível | Injecção de combustível: ø 38 mm x 4 (Keihin) com hulpgaskleppen oval |
| Lubrificação | Lubrificação forçada, cárter húmido |
| Unidade | 6 velocidades |
| Final Drive | Cadeia de O-ring |
| Quadro | |
| Tipo de quadro | Twin-tubo, alumínio |
| Curso da roda dianteira | 150 milímetros |
| Curso da roda traseira | 150 milímetros |
| Tire | 120-70ZR17 |
| Pneu traseiro | 180-55ZR17 |
| Inclinação / Trail | 27 graus / 106 milímetros |
| Suspensão | 41-mm garfo invertido com pré-carga ajustável |
| ea perna direita tem rebote amortecimento ajustável | |
| Suspensão traseira | Montadas na posição horizontal monoshock carregada de gás com stepless |
| amortecimento rebote ajustável e pré-carga ajustável | |
| Freios para | Tipo: discos de 310 milímetros pétala duplos semi-flutuantes |
| Compassos: duplo, pinças de quatro pistões | |
| Freios traseiros | Tipo: Single 250 milímetros disco pétala; Caliper: Single-pistão |
| Dimensões | |
| Comprimento | 2.240 milímetros |
| Largura | 895 milímetros |
| Altura do assento | 840 milímetros |
| Distância entre eixos | 1.520 milímetros |
| Altura mínima do solo | 150 milímetros |
| Peso úmido | 250 kg |
| Capacidade do tanque de | 21 litros |
| Desempenho | |
| Poder | 120 hp a 9.000 r / min |
| Torque | 95 Nm a 4.500 r / min |
A Versys 650 está completamente renovada. Com faróis duplos, um tanque de 21 litros, braço oscilante em alumínio, lanterna traseira de LED, novo painel de instrumentos e mais suspensão idela para viagens. Com mais opções, parece que o novo modelo com seu motor bi-cilindrico paralelo de 649cc tem como alvo direto a Suzuki DL650 V-Strom. Kawasaki dá a nova 650 uma potência de 69 cv (5) a 8.500 rpm e um torque de 64 (três) Nm às 7000 rpm em.
Abaixo fotos de ambos os modelos. amanhã Kawasaki deve anunciar todos os dados técnicos.
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Os pilotos Carlos Campano, Anderson Cidade e Thales Vilardi, integrantes da Yamaha Grupo Geração fazem suas pré-temporadas na Europa e nos Estados Unidos com as YZ 250F e YZ 450F 2014, e revelam como os novos modelos são mais leves, mais potentes e mais versáteis em relação aos anos anteriores.
“Desde 2010 a moto mudava pouco”, explica Campano. “Agora mudou muita coisa, e para melhor. Ficou mais fácil pilotar a 450, principalmente nas curvas. Como ela tem o tanque e o motor melhor localizados, mais embaixo do corpo do piloto, parece que ela é mais curta e isso faz você ter melhor controle sobre a moto”, analisa.
A Yamaha tem tradição em revolucionar as motos de motocross. No início das quatro tempos de competição, nos idos de 1998, a marca apareceu com a YZ 400F. Depois, em 2001, foi pioneira ao lançar a YZ 250F. E, em 2010, mais uma revolução foi implementada com a YZ 450F. Agora, em 2014, ano de mais melhorias.
“A moto de 2014 é toda remodelada, desde o chassi, motor, suspensão, e uma característica que vai marcar os novos modelos: a centralização da massa, do peso, que traz muito mais domínio para o piloto (como diagnosticou Campano acima)”, ressalta Rafael Rocha, mecânico da Yamaha Grupo Geração.
“Pra mim, que não era acostumado com a marca, foi muito bom e muito fácil me adaptar”, diz Thales Vilardi. “Estou treinando com moto original e ela é bastante forte, tem um motor rápido. Ganhei a maioria das corridas regionais que fiz aqui, largando em primeiro em quase todas”, conta Thales.
Anderson Cidade é quem menos teve contato com a moto até o momento, mas tem a bagagem de andar de Yamaha há bastante tempo para comparar o modelo novo com os anteriores. A YZ 250F 2014, além de mais potente e versátil, vem com injeção eletrônica como já acontecia na 450F.
“Gostei muito do fato dela ter a tampa do tanque embaixo do banco, o que facilita para sentar mais na frente quando necessário. E este fator do “peso centralizado” ajuda muito mesmo!”, salienta.
No Brasil, a YZ 450F 2014 chega em fevereiro. Já a YZ 250F 2014 estará disponível a partir de março.
Ficha técnica da YZ 450F
Motor refrigerado por líquido, 4 tempos, DOHC, 4 válvulas, cilindro inclinado para trás
Cilindrada: 449.7cc
Diâmetro x curso: 97,0mm x 60,8mm
Taxa de compressão: 12.5 : 1
Sistema de lubrificação: Cárter úmido
Carburador: injeção eletrônica
Tipo de embreagem: multidisco banhado a óleo
Sistema de ignição: CDI
Sistema de partida: Pedal
Sistema de transmissão: 5 velocidades
Chassi
Quadro: Semi-berço duplo
Sistema de suspensão dianteira: Garfo telescópico invertido / 310mm
Ângulo de cânter: 27º 25
Trail: 122 mm
Sistema de suspensão traseira: Monocross com link / 310mm
Freio dianteiro: Disco único hidráulico de 250mm de diâmetro
Freio traseiro: Disco único hidráulico, 245mm de diâmetro
Dimensões
Comprimento total: 2,180mm
Largura total: 825mm
Altura total: 1,280mm
Altura do acento até o chão: 965mm
Distância entre eixos: 1,480mm
Distância mínima do solo: 335mm
Peso (incluindo tanques de combustível e óleo cheios): 111kg
Capacidade do tanque de combustíveis: 7,5 litros
Capacidade do depósito de óleo do motor: 0,9 litros
Ficha técnica da YZ 250F
Motor refrigerado por líquido, 4 tempos, DOHC, 4 válvulas
Cilindrada: 250cc
Diâmetro x curso: 77,0mm x 53,6mm
Taxa de compressão: 13.5 : 1
Sistema de lubrificação: Cárter úmido
Carburador: injeção eletrônica
Tipo de embreagem: multidisco banhado a óleo
Sistema de ignição: CDI
Sistema de partida: Pedal
Sistema de transmissão: 5 velocidades
Chassi
Quadro: Semi-berço duplo
Sistema de suspensão dianteira: Garfo telescópico invertido / 310mm
Ângulo de cânter: 26º 50
Trail: 118 mm
Sistema de suspensão traseira: Monocross com link / 315mm
Freio dianteiro: Disco único hidráulico de 250mm de diâmetro
Freio traseiro: Disco único hidráulico, 245mm de diâmetro
Dimensões
Comprimento total: 2,170mm
Largura total: 825mm
Altura total: 1,280mm
Altura do acento até o chão: 965mm
Distância entre eixos: 1,475mm
Distância mínima do solo: 330mm
Peso (incluindo tanques de combustível e óleo cheios): 105kg
Capacidade do tanque de combustíveis: 7,5 litros
Capacidade do depósito de óleo do motor: 0,9 litros
Ficha técnica: Triumph Rocket III RoadsterMotor
3 cilindros em linha, longitudinal, refrigeração líquida, 12V DOHC, 2 294 cc, 146 cv a 5 750 rpm, 22,1 mkgf a 2 750 rpm
Câmbio
5 marchas
Dimensões
Entre-eixos, 169,5 cm; peso em ordem de marcha, 367 kg; altura do assento, 75 cm
Freios
Disco duplo de 320 mm e pinça de 4 pistões na dianteira, de acionamento hidráulico, e disco simples de 316 mm com pinça dupla atrás, com ABS
Suspensões
Garfo telescópico invertido de 43 mm e 120 mm de curso na dianteira e 2 amortecedores com ajuste de pré-carga e 105 mm de curso na traseira
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Motor
2 cilindros paralelos, refrigeração líquida, 8V DOHC, 1 699 cc, 98 cv a 5 200 rpm, 15,6 mkgf a 2 950 rpm
Câmbio
6 marchas
Dimensões
Entre-eixos, 161,5 cm; peso em ordem de marcha, 339 kg; altura do assento, 70 cm
Freios
Disco duplo de 310 mm e pinça de 4 pistões na dianteira, de acionamento hidráulico, e disco simples de 310 mm com pinça de pistão duplo na traseira, assistidos por ABS
Suspensões
Garfo telescópico de 47 mm e 120 mm de curso na dianteira e 2 amortecedores com ajuste de pré-carga de mola e 95 mm de curso na traseira
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Motor
3 cilindros paralelos, refrigeração líquida, 12V DOHC, 1 215 cc, 137 cv a 9 300 rpm, 12,1 mkgf a 6 400 rpm
Câmbio
6 marchas
Dimensões
Entre-eixos, 153 cm; peso em ordem de marcha, 259 kg; altura do assento regulável em 83,7 e 85,7 cm
Freios
Disco duplo de 305 mm e pinça de 4 pistões na dianteira, de acionamento hidráulico, e disco simples de 282 mm com pinça de pistão duplo na traseira, assistidos por ABS
Suspensões
Garfo telescópico invertido de 46 mm e 190 mm de curso na dianteira e amortecedor com ajuste de pré-carga de mola e retorno com 194 mm de curso na traseira
A Triumph está em estágio avançado de desenvolvimento de uma naked monocilíndrica de 250/300 cm³. Um modelo da marca inglesa nesse perfil – já com aspecto de moto de produção – foi flagrado na Espanha.
A Triumph confirmou a existência desse projeto por meio de uma parceria com a marca indiana TVS Motors – conhecida no Brasil pela city Apache, comercializada em terras brasileiras pela Dafra.
As fotos desta motocicleta, semelhante à Street Triple, foram originalmente divulgadas pelo website Chris Doane Automotive LLC. Logo, a chegada desta 250/300 cm³, que antes era apenas um rumor, agora parece só questão de tempo.
Fonte: motociclismo online
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